Contos de Ernane Martins

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quinta-feira, 22 de agosto de 2019

Coração Colorido




Moça, 

e se suas dores 
fossem flores. 
Quão colorido 
seria o seu 
coração?


sexta-feira, 11 de novembro de 2016

A Bela Adormecida Estuprada


Continuando com a série A Origem dos Contos de Fadas, A Bela Adormecida

Essa sim tem um passado bizarro. Nas primeiras versões, ao invés de espetar o dedo numa agulha e cair desacordada, a bela adormecida tinha uma "farpa" encravada debaixo da unha. Parece uma mudança pequena, mas ela nos leva ao ponto que realmente importa. Nessa mesma versão, o príncipe não é tão encantado assim, e resolve, digamos... se satisfazer na bela ainda adormecida. Depois de satisfeito, ele simplesmente vai embora. Nove meses depois, a adormecida dá luz a gêmeos que, em busca de leite acabam acidentalmente chupando o dedo dela, retirando assim a farpa amaldiçoada.

E a coisa não para por ai, o príncipe que a engravidou (estuprou) continuou voltando (se é que vocês me entendem) durante os nove meses. Quando ele chegou lá e encontrou a bela, já não mais adormecida e com duas crianças, ele decidiu se casar com ela (pelo menos isso, né?), mas ele não poderia levá-la ao seu castelo, pois sua mãe era uma OGRA! (o feminino de ogro é ogra?) que tinha o habito de comer qualquer criança que aparecesse em seu caminho.

Por isso ele esperou alguns anos até que seu pai morresse e ele virasse rei para aí então poder levar sua mulher para seu reino. E assim aconteceu, mas na primeira viagem que ele fez, sua mãe ogra resolveu fazer o que todo ogro tem que fazer: comer seus dois netos, e não satisfeita, também sua nora. Mas, com a ajuda do cozinheiro a bela acordada conseguiu se esconder até o retorno de seu marido (rei “half-ogro”), que quando ficou sabendo dos planos de sua mãe (ogra) mandou mata-la. Bunito né!?

Em outras versões, o príncipe na verdade já era rei, e a mãe ogra era a esposa do rei, o resto é bem parecido. A esposa ciumenta quer, como vingança, comer (no sentido alimentício) os dois filhos bastardos do rei, mas acaba sendo descoberta e é queimada viva numa fogueira. Moral da história, se você encontrar uma mulher desmaiada num bosque, se divirta e não volte nunca mais; ou, se você for uma ogra, não tente comer seus netos; ou ainda, se vocês for uma mulher adormecida no meio do bosque, use cinto de castidade, ou ainda, não espete seu dedo numa agulha amaldiçoada!

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Origem dos contos de fadas. A história sangrenta de Chapeuzinho Vermelho



1. ERA UMA VEZ…

A maioria dos contos de fadas, como Chapeuzinho Vermelho, surgiu por volta da Idade Média, em rodas de camponeses na Europa, onde eram narrados para toda a família. “A fome e a mortalidade infantil serviam de inspiração”, diz a especialista em histórias infantis Marina Warner, da Universidade de Essex, na Inglaterra

2. COMIDA DE VÓ

Numa versão francesa da história, após interrogar Chapeuzinho na floresta e pegar um atalho para a casa da vovó, o lobo mata e esquarteja a velhinha sem dó.A coisa piora quando o vilão, já fingindo ser a vovó, oferece a carne e o sangue da vítima, como se fosse vinho, para matar a fome da netinha – que come e bebe com gosto!

3. TIRA, TIRA…

Após encher o bucho e praticar canibalismo sem saber, Chapeuzinho ainda tira a roupa e joga no fogo,a pedido do lobão! O clima, porém, não é nada infantil, com a garota perguntando o que fazer com a roupa a cada peça tirada. O lobo só tinha uma resposta: “Jogue no fogo, minha criança. Você não vai mais precisar disso…”

4. SEDUÇÃO INFANTIL

Ao se deitar ao lado do lobo, já totalmente nua, Chapeuzinho começa a reparar no físico do vilão, como se desconfiasse de algo. Admirada,a menina começa a exclamar: “como você é peluda, vovó”, “que ombros largos você tem” e “que bocão você tem”, entre outros elogios à anatomia do bichão…

5. FINAL FELIZ

Ao fim da versão francesa, Chapeuzinho, sentindo-se ameaçada, pede para sair e fazer suas necessidades fora da casa. O lobo, nojentão, insiste para que ela faça xixi na cama mesmo mas acaba deixando a menina sair. Esperta, Chapeuzinho aproveita o vacilo do vilão e escapa.

6. FINAL SANGRENTO ALTERNATIVO

O francês Charles Perrault foi o primeiro a pôr muitos contos de fadas no papel, no século 17. Ele tornou o final da história mais sangrento – com o lobo jantando a mocinha – e introduziu a famosa moral da história, dizendo que “crianças não devem falar com estranhos para não virar comida de lobo”

7. FINAL AMENIZADO

No século 19, os irmãos alemães Jacob e Wilhelm Grimm, famosos compiladores de contos que até então só eram transmitidos oralmente, inventaram a figura do caçador. No fim da história, ele aparece e salva a pele de Chapeuzinho e da vovó, abrindo a barriga do lobo com um tesourão

Fonte: Mundo Estranho

sábado, 22 de outubro de 2016

Príncipe, Silvio Santos e eu


Escrevo já faz algum tempo Perdi a conta até. Durante algum tempo da minha vida, achava que não era capaz de escrever alguma coisa que as pessoas gostassem. Sempre esbarrei na falta de fé e confiança. Mas essa fase passou e eu lancei um livro, Brisa e Vendaval, e agora publiquei um outro, O Tesouro de Eugênio. 

Mais uma vez achei que as coisas iam dar erradas pra mim. As vezes tenho a impressão que sou meio perseguido pela falta de sorte. Todo vez que penso em sair de casa para vender o meu livro, alguma coisa acontece de errado. Dessa vez pensei que ia chover ou ia acontecer alguma coisa com o meu irmão, Aldir, Di para os íntimos, e ele não me levaria a Feira do Príncipe. 

O domingo amanheceu cinzento. O sol pintou e depois desapareceu entre as nuvens quando estava me arrumando. Já pensei que ia chover. O meu irmão também estava demorando um pouco para chegar e comecei a pensar na minha falta de sorte. 

sábado, 15 de outubro de 2016

Noiva se atrasa e noivo resolve dar show

 Adlam Cruz é um músico bastante talentoso. Estava em seu casamento, a noiva estava se atrasando. Invés de ficar irritado, o que ele fez? Resolveu dar um show ao piano. No final do vídeo dá vontade de dizer:

- AVISA PRA NOIVA AGUENTAR MAIS UNS.....50 MINUTOS LA FORA.....


quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Engravidou do Pokemon


Estava zapeando a Tv domingo a noite e parei no programa João Kleber. Rede Tv. Conhecem?

Ele tem um quadro sobre segredos. Uma mulher estava querendo contar um segredo para o marido. Eu já tinha visto esse quadro antes, o apresentador demora um monte para contar o segredo, ele faz a gente até perder a paciência. Só fiquei assistindo porque sabia que ouviria alguma bizarrice e acabaria rindo.

Uma vez, resistindo a vontade de trocar de canal. assisti uma moça confessando para mãe que era viciada em fumar papel higiênico. Não sei se isso é verdade ou não, ou tudo era uma armação. Mas acabei morrendo de rir. Esse mundo tem louco pra tudo mesmo.

Tô enrolando né? Vamos ao causo. A mulher queria contar ao marido o segredo. Ele estava ficando bravo, pensando mil coisas ruins a respeito da esposa. Ansioso para descobrir o que ela tinha para contar, que não tinha coragem de dizer em particular, com medo da reação dele ou sei lá o que.

Então ela revelou que adorava caçar Pokemon. Até pro mato ela foi atrás do Pokemon. Foi lá no mato que ela confessou tudo ao marido, sobre a transa que teve. Não com o seu amante, mas sim com o Pokemon. Isso mesmo, o Pokemon.

Não, isso não é tudo. Ele disse que estava grávida, grávida do Pokemom. Para finalizar, ela contou que o filho que eles teriam se chamaria Pikachu. Isso tudo na frente do marido, para choque e riso de toda a plateia e dos telespectadores.

Depois o quadro acabou e sorriso ficou.



quarta-feira, 14 de setembro de 2016

A Vida e a Viagem de Trem


"Nossa vida é:como uma viagem de trem, cheia de embarques e desembarques, de pequenos acidentes pelo caminho, de surpresas agradáveis com alguns embarques e de tristezas com os desembarques...


Quando nascemos, ao embarcarmos nesse trem, encontramos duas pessoas que, acreditamos, farão conosco a viagem até o fim: Nossos pais. Não é verdade?

Infelizmente, em alguma estação eles desembarcam, deixando-nos órfãos de seus carinhos, proteção, amor e afeto.

Muitas pessoas tomam esse trem a passeio. Outros fazem a viagem experimentando somente tristezas. E no trem há, também, pessoas que passam de vagão a vagão, prontas para ajudar a quem precisa. Muitos descem e deixam saudades eternas.

Outros tantos viajam no trem de tal forma que, quando desocupam seus assentos, ninguém sequer percebe. Curioso é considerar que alguns passageiros que nos são tão caros, acomodam-se em vagões diferentes do nosso. Isso obriga a fazer essa viagem separados deles. Mas claro que isso não nos impede de, com grande dificuldade, atravessarmos nosso vagão e chegarmos até eles. O difícil é aceitarmos que não podemos nos assentar ao seu lado, pois outra pessoa estará ocupando esse lugar.

Essa viagem é assim: cheia de atropelos, sonhos, fantasias, esperas, embarques e desembarques. Sabemos que esse trem jamais volta. Façamos, então, essa viagem, da melhor maneira possível, tentando manter um bom relacionamento com todos os passageiros, procurando em cada um deles o que tem de melhor, lembrando sempre que, em algum momento do trajeto, poderão fraquejar e, provavelmente, precisaremos entender isso.

Nós mesmos fraquejamos algumas vezes. E, certamente, alguém nos entenderá. O grande mistério, afinal, é que não sabemos em qual parada desceremos.

E fico pensando: quando eu descer desse trem sentirei saudades? Sim. Deixar meu filho viajando nele sozinho será muito triste. Separar-me de alguns amigos que nele fiz, do amor da minha vida, será para mim dolorido. Mas me agarro na esperança de que, em algum momento, estarei na estação principal, e terei a emoção de vê-los chegar com sua bagagem, que não tinham quando desembarcaram.

E o que me deixará feliz é saber que, de alguma forma, posso ter colaborado para que ela tenha crescido e se tornado valiosa.Agora, nesse momento, o trem diminui sua velocidade para que embarquem e desembarquem pessoas. Minha expectativa aumenta, à medida que o trem vai diminuindo sua velocidade... Quem entrará? Quem saíra?

Eu gostaria que você pensasse no desembarque do trem, não só como a representação da morte, mas, também, como o término de uma história, de algo que duas ou mais pessoas construíram e que, por um motivo íntimo, deixaram desmoronar.

Fico feliz em perceber que certas pessoas, como nós, têm a capacidade de reconstruir para recomeçar. Isso é sinal de garra e de luta, é saber viver, é tirar o melhor de "todos os passageiros". Agradeço a Deus por você fazer parte da minha viagem, e por mais que nossos assentos não estejam lado a lado, com certeza, o vagão é o mesmo."

terça-feira, 6 de setembro de 2016

Meu primeiro dia de aula

Vasculhando meus documentos aqui no note, achei algumas histórias que escrevi já adulto, mas oriundas da época em que eu era criança. Histórias reais, encrencas acontecidas comigo e meus amigos na infância. Lembranças que não se apagam com o tempo.

No total são cinco histórias, mini contos. Nunca ninguém leu. Talvez nem as pessoas que me conhecem desde em que nasci sabem de algumas dessas aventuras em que me meti. Não sou muito de contar o meu passado. Sei me expressar melhor escrevendo, com todos os meus defeitos ou qualidades.

O primeiro texto é sobre o meu primeiro dia de aula. Medos, surpresas e impressões de uma criança entrando numa sala de aula pela primeira vez, sem ter a menor ideia do que é uma escola, alguém que pulou direto para primeira série, porque todas as vagas do prezinho estavam preenchidas. Ainda estava mascando chiclete no dia da matrícula. Já sendo informado na secretária que seria proibido mascar chiclete na sala de aula.


Meu Primeiro dia de Aula


Eu me aprontei para sair. Havia vestido uma roupa que jamais usei. Calção azul-escuro, camisa branca, um círculo azul e gigantesco desenhado no meio, com algo escrito, que eu não entendia o que era. Diziam que eu ia para a escola. Escola? O que era uma escola? Eu não tinha ideia. Então minha mãe me pegou pela mão e me levou para conhecê-la.

Chegando ao Dom Pio de Freitas, eu me deparei com uma multidão. Adultos, crianças e adolescentes. Muitos estavam aglomerados no pátio. Esperavam alguma coisa. O que será? A minha pergunta não demorou a ser respondida. O meu nome se encontrava numa das listas da primeira série. Então, minha mãe e eu seguimos em direção a uma determinada sala, acompanhados de uma porção de gente.

Um a um os alunos foram entrando na sala e escolhendo um lugar para se sentar. Entrei um pouco com medo e inseguro. A minha mãe ficou do lado de fora. Tive vontade de chorar quando me vi sozinho num lugar estranho e desconhecido. Mas me segurei. Contudo alguns dos meus colegas não foram capazes de me copiar e, através das lágrimas, deixaram transparecer o medo.

A professora tomou a palavra, apresentou-se. A voz dela era suave. Ela tinha tudo aquilo que precisávamos naquele instante: doçura, bondade e paciência. Pouco a pouco fomos nos acalmando e perdendo o medo. Ela nos ensinou algumas canções. Então ocorreu uma transformação, igual transformar água em vinho. Aquela turma chorona e amedrontada passou a ser uma turma alegre e festeira. Cantávamos, pulávamos, aprendíamos coreografias. Isso durante todo o período da manhã. Se eu soubesse que a escola era assim tão legal, já teria vindo antes.

A nossa diversão só teve fim quando o sinal tocou. Foi à hora de se despedir da professora com leve tristeza e o momento de saber se os meus pais cumpriram a promessa de vir me buscar. Saí da sala, apreensivo. E se eles estivessem se esquecido de mim? O que aconteceria comigo? Eu não sabia o caminho de casa. Entretanto, o meu pai estava lá me esperando, sentado na bicicleta. Só a cabeça dele aparecia, porque ele estava atrás do muro da escola, próximo ao portão. Corri feliz ao encontro dele e, tão logo que montei na garupa da bicicleta, partimos.

A caminho de casa, driblando pais e estudantes, continuava fresca na memória a ótima impressão que tive da escola. Comemorava o fato de ter que voltar aquele lugar agradabilíssimo. Não interessava que no dia seguinte eu descobriria que estudar não era nada daquilo que imaginava, aprenderia a somar e o alfabeto, as canções só seriam cantadas no início da aula. Na garupa da bicicleta, eu via a escola como o lugar mais legal da face da Terra, e sabia que eu e os outros estudantes éramos uns privilegiados por frequentarmos aquelas salas de aula onde aprendíamos a cantar, onde o nosso único dever era se divertir. 

terça-feira, 16 de agosto de 2016

História da Foto de Farol mais Famosa do mundo


Semana passada postei várias fotos magnificas de faróis espalhadas pelo mundo. Mas essa foto aí de cima me impactou. Quase por acaso, quando estava pesquisando sobre faróis, achei o história dessa foto e do faroleiro que a protagoniza. Matéria retirado do jornal El País.

"O farol se chama La Jument e é uma das lanternas de mar mais espetaculares da costa francesa. Está a dois quilômetros da ilha de Ouessant e foi construído entre 1904 e 1911 para sinalizar perigosíssimos escolhos que produziram inumeráveis naufrágios.

A história da foto se passa em 21 de dezembro de 1989. O fotógrafo francês especializado em imagens de faróis Jean Guichard sobrevoava de helicóptero La Jument em um dia de forte temporal buscando a foto perfeita das gigantescas ondas do Atlântico golpeando a estrutura do farol. Dentro, o faroleiro Theophile Malgorn, que na época tinha por volta de 30 anos, escutou as repetidas passagens do helicóptero e pensou que algo anormal estaria acontecendo; talvez o piloto estivesse tentando contatá-lo para avisar de algum naufrágio ou acidente. E em uma ação disparatada abriu a porta para ver o que estava acontecendo.

A ação completa durou apenas alguns segundos. Guichard viu aquele homem na porta e seu instinto de fotógrafo lhe disse que ali estava a composição perfeita: o homem e a força da natureza. Começou a disparar repetidamente sua câmera quase no momento em que uma nova onda gigante começava a abraçar com toneladas de água enraivecida a estrutura do farol. Nesse mesmo instante, o faroleiro Malgorn – na soleira da porta – escutou um trovejar seco, como um estampido brutal (o impacto da onda contra a frente do farol) e soube que havia cometido um tremendo erro. Tão rápido como abriu voltou a fechar a porta, um milésimo de segundo antes que a onda acabasse com ele. Estava vivo por um milagre. Nove imagens ficaram impressas no filme de Guichard – as que o motor da câmera lhe deu tempo de disparar – que o tornariam famoso para toda a vida e com as quais em 1990 obteria o segundo lugar no World Press Photo (o primeiro foi para a célebre foto de um manifestante chinês parando sozinho uma coluna de tanques na praça Tianammen).

O faroleiro Theophile Malgorn continua vivo na ilha de Ouessant e não quer que ninguém volte a lhe perguntar sobre a maldita foto. Pessoas próximas a ele me contam que ficou muito irritado naquele momento pois o colocaram em perigo mortal de maneira irresponsável e além disso por um motivo comercial; ele saiu para ver o que estava acontecendo por profissionalismo e quase perdeu a vida. Mas pouco tempo depois Guichard o visitou em sua casa, lhe presenteou com uma foto autografada daquele “momento decisivo” e ficaram muito amigos."

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

20 Faróis Impressionantes

Faróis são encantadores, ainda mais vendo essas fotos. Dá até pra se sentir na pele do faroleiro, o homem que cuida do farol, ouvindo o estrondo das ondas, quebrando contra o farol! Indo, talvez, recarregar as lâmpadas ou trocar o pavio, limpar as lentes ou manter todas as coisas arrumadas. Isso acontecia antes da automação, século 19 por aí, hoje as coisas são mais modernas. Mas os faróis continuam os mesmos, impressionantes e nos deixando de queixo caído.

França


Ostende, Bélgica


Maine, Estados Unidos


 Astúrias, Espanha


quarta-feira, 27 de julho de 2016

13 Paisagens que Vão te Deixar de Boca Aberta

O planeta Terra conta com uma grande variedade de lugares tão magníficos que, ao vê-los, a única coisa a ser feita é parar e contemplar. São paisagens que deixam qualquer um sem palavras.


Ponte sobre a geleira Dachstein, Áustria

Sobre a geleira de Dachstein, nos Alpes, fica uma das pontes mais altas do mundo. Se você é daqueles que têm medo de altura, talvez seja melhor apreciar só nas fotos, porque se estivesse lá pessoalmente, a vertigem seria certeira.

Penhascos de Dover, Inglaterra

 Os famosos penhascos de giz ficam no litoral do condado de Kent (próximo ao Canal da Mancha). Por muitos anos, eles foram úteis aos marinheiros, como um sinal de que estavam próximos da costa da Inglaterra. Além disso, serviu como defesa natural perante invasões e os diversos conflitos encarados pelo país durante sua História.

Pico Vitória, Hong Kong

 O Pico Vitória fica a oeste de Hong Kong. Lá de cima, é possível conferir a paisagem fantástica da cidade, tanto de dia como à noite. É o ponto mais alto de toda a ilha de Hong Kong.

sábado, 23 de julho de 2016

O Presente

Se você tem um animal de estimação, assista esse vídeo. Se você não tem, também assista. Uma menina é dada de presente para a filha de um casal. Preste atenção nessa menina, que carrega um bicho de pelúcia. No final você vai se surpreender com o destino dela. Esse vídeo já foi  assistido por 11 milhões de pessoas.


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quarta-feira, 22 de junho de 2016

Descubra 10 razões pelas quais a leitura pode melhorar a sua vida

Ouvimos o tempo todo que a leitura pode fazer maravilhas para as nossas capacidades mentais, nosso humor e nossos sentimentos. Então, é verdade?

Pesquisas comprovam que a leitura realmente é uma atividade muito útil. Veja e descubra por que pegar um livro é, provavelmente, a melhor decisão que você pode fazer hoje.


1. Leitura alivia o stress.


Como você  gasta o tempo quando está estressado? Ouve música ou talvez faça uma caminhada? Pesquisadores da Universidade de Sussex asseguram que você deve tentar ler. Uma pesquisa mostrou que a leitura é a maneira mais eficaz de superar o estresse em comparação com a música, caminhada, beber uma xícara de café, etc. Leva apenas seis minutos para reduzir seus níveis de estresse em mais de dois terços.


2. Leitura ajuda a se livrar da insônia.


Foi provada que a leitura é uma das formas mais eficazes para se acalmar e se preparar para uma boa noite de sono. As luzes brilhantes provenientes de seu telefone e das telas de TV enviam sinais ao cérebro dizendo que é hora de acordar. Já fazendo a leitura do seu livro favorito, sob uma luz fraca, tem o efeito oposto - seu cérebro percebe que é hora de descansar um pouco.


3. Leitura nos torna pessoas mais empáticas.


Quando você está lendo um livro, especialmente ficção, você se sente emocionalmente transportado para a história e de alguma forma sente um vínculo emocional com os personagens? Experimentos mostram que as pessoas que leem ficção e que se sentem emocionalmente ligadas com a história tem uma forte empatia na vida real.

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