Contos de Ernane Martins

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quinta-feira, 22 de agosto de 2019

Coração Colorido




Moça, 

e se suas dores 
fossem flores. 
Quão colorido 
seria o seu 
coração?


quarta-feira, 16 de novembro de 2016

A origem dos Contos de Fadas. A Princesa e o Coitado do Sapo




Esqueça o lindo romance que sobrepujou preconceitos e uniu A Princesa e o Sapo. Quando surgiu, a história falava sobre amizade: uma princesa mimada perdia sua bola favorita e um sapo falante se oferecia para encontrá-la. Surgia assim uma bela parceria – e o bicho até ia morar com a garota. Mas, certo dia, irritada com o amigo grudento, a princesa arremessava o coitado na parede! E, para nossa surpresa, era isso que quebrava a maldição: ele se revelava um lindo príncipe. Ou seja, nada de beijo, nada de amor verdadeiro: o casal só ficou unido porque brigaram muito e partiram para a porrada!

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Origem dos contos de fadas. Versão Canibal dos 3 Porquinhos



O canibalismo, assim como a violência sexual, davam o tom em muitas das narrativas que virariam os contos de fadas modernos. Na história dos Três Porquinhos, o terceiro porco, aquele que construiu a casa de tijolos que o lobo não consegue derrubar com seu sopro, é o que se dá bem em todas as versões. Na narrativa oral original, ele não se importava nem de comer os próprios irmãos. Nela, a esperteza e a resistência do terceiro porco em cair em tentações que prometem recompensas imediatas, mas comprometem o futuro, é enfatizada com detalhes de crueldade e canibalismo. O lobo devora os dois primeiros porquinhos assim que consegue destruir suas casas. Ao tentar entrar na residência de alvenaria do terceiro, usando a chaminé, ele acaba morto ao cair numa armadilha com um caldeirão de água fervente que o esperava no final da descida. O terceiro porquinho então prepara e devora, sem dó nem piedade, o lobo que levava seus dois irmãos no estômago.

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

A Bela Adormecida Estuprada


Continuando com a série A Origem dos Contos de Fadas, A Bela Adormecida

Essa sim tem um passado bizarro. Nas primeiras versões, ao invés de espetar o dedo numa agulha e cair desacordada, a bela adormecida tinha uma "farpa" encravada debaixo da unha. Parece uma mudança pequena, mas ela nos leva ao ponto que realmente importa. Nessa mesma versão, o príncipe não é tão encantado assim, e resolve, digamos... se satisfazer na bela ainda adormecida. Depois de satisfeito, ele simplesmente vai embora. Nove meses depois, a adormecida dá luz a gêmeos que, em busca de leite acabam acidentalmente chupando o dedo dela, retirando assim a farpa amaldiçoada.

E a coisa não para por ai, o príncipe que a engravidou (estuprou) continuou voltando (se é que vocês me entendem) durante os nove meses. Quando ele chegou lá e encontrou a bela, já não mais adormecida e com duas crianças, ele decidiu se casar com ela (pelo menos isso, né?), mas ele não poderia levá-la ao seu castelo, pois sua mãe era uma OGRA! (o feminino de ogro é ogra?) que tinha o habito de comer qualquer criança que aparecesse em seu caminho.

Por isso ele esperou alguns anos até que seu pai morresse e ele virasse rei para aí então poder levar sua mulher para seu reino. E assim aconteceu, mas na primeira viagem que ele fez, sua mãe ogra resolveu fazer o que todo ogro tem que fazer: comer seus dois netos, e não satisfeita, também sua nora. Mas, com a ajuda do cozinheiro a bela acordada conseguiu se esconder até o retorno de seu marido (rei “half-ogro”), que quando ficou sabendo dos planos de sua mãe (ogra) mandou mata-la. Bunito né!?

Em outras versões, o príncipe na verdade já era rei, e a mãe ogra era a esposa do rei, o resto é bem parecido. A esposa ciumenta quer, como vingança, comer (no sentido alimentício) os dois filhos bastardos do rei, mas acaba sendo descoberta e é queimada viva numa fogueira. Moral da história, se você encontrar uma mulher desmaiada num bosque, se divirta e não volte nunca mais; ou, se você for uma ogra, não tente comer seus netos; ou ainda, se vocês for uma mulher adormecida no meio do bosque, use cinto de castidade, ou ainda, não espete seu dedo numa agulha amaldiçoada!

sábado, 22 de outubro de 2016

Príncipe, Silvio Santos e eu


Escrevo já faz algum tempo Perdi a conta até. Durante algum tempo da minha vida, achava que não era capaz de escrever alguma coisa que as pessoas gostassem. Sempre esbarrei na falta de fé e confiança. Mas essa fase passou e eu lancei um livro, Brisa e Vendaval, e agora publiquei um outro, O Tesouro de Eugênio. 

Mais uma vez achei que as coisas iam dar erradas pra mim. As vezes tenho a impressão que sou meio perseguido pela falta de sorte. Todo vez que penso em sair de casa para vender o meu livro, alguma coisa acontece de errado. Dessa vez pensei que ia chover ou ia acontecer alguma coisa com o meu irmão, Aldir, Di para os íntimos, e ele não me levaria a Feira do Príncipe. 

O domingo amanheceu cinzento. O sol pintou e depois desapareceu entre as nuvens quando estava me arrumando. Já pensei que ia chover. O meu irmão também estava demorando um pouco para chegar e comecei a pensar na minha falta de sorte. 

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Engravidou do Pokemon


Estava zapeando a Tv domingo a noite e parei no programa João Kleber. Rede Tv. Conhecem?

Ele tem um quadro sobre segredos. Uma mulher estava querendo contar um segredo para o marido. Eu já tinha visto esse quadro antes, o apresentador demora um monte para contar o segredo, ele faz a gente até perder a paciência. Só fiquei assistindo porque sabia que ouviria alguma bizarrice e acabaria rindo.

Uma vez, resistindo a vontade de trocar de canal. assisti uma moça confessando para mãe que era viciada em fumar papel higiênico. Não sei se isso é verdade ou não, ou tudo era uma armação. Mas acabei morrendo de rir. Esse mundo tem louco pra tudo mesmo.

Tô enrolando né? Vamos ao causo. A mulher queria contar ao marido o segredo. Ele estava ficando bravo, pensando mil coisas ruins a respeito da esposa. Ansioso para descobrir o que ela tinha para contar, que não tinha coragem de dizer em particular, com medo da reação dele ou sei lá o que.

Então ela revelou que adorava caçar Pokemon. Até pro mato ela foi atrás do Pokemon. Foi lá no mato que ela confessou tudo ao marido, sobre a transa que teve. Não com o seu amante, mas sim com o Pokemon. Isso mesmo, o Pokemon.

Não, isso não é tudo. Ele disse que estava grávida, grávida do Pokemom. Para finalizar, ela contou que o filho que eles teriam se chamaria Pikachu. Isso tudo na frente do marido, para choque e riso de toda a plateia e dos telespectadores.

Depois o quadro acabou e sorriso ficou.



quarta-feira, 14 de setembro de 2016

A Vida e a Viagem de Trem


"Nossa vida é:como uma viagem de trem, cheia de embarques e desembarques, de pequenos acidentes pelo caminho, de surpresas agradáveis com alguns embarques e de tristezas com os desembarques...


Quando nascemos, ao embarcarmos nesse trem, encontramos duas pessoas que, acreditamos, farão conosco a viagem até o fim: Nossos pais. Não é verdade?

Infelizmente, em alguma estação eles desembarcam, deixando-nos órfãos de seus carinhos, proteção, amor e afeto.

Muitas pessoas tomam esse trem a passeio. Outros fazem a viagem experimentando somente tristezas. E no trem há, também, pessoas que passam de vagão a vagão, prontas para ajudar a quem precisa. Muitos descem e deixam saudades eternas.

Outros tantos viajam no trem de tal forma que, quando desocupam seus assentos, ninguém sequer percebe. Curioso é considerar que alguns passageiros que nos são tão caros, acomodam-se em vagões diferentes do nosso. Isso obriga a fazer essa viagem separados deles. Mas claro que isso não nos impede de, com grande dificuldade, atravessarmos nosso vagão e chegarmos até eles. O difícil é aceitarmos que não podemos nos assentar ao seu lado, pois outra pessoa estará ocupando esse lugar.

Essa viagem é assim: cheia de atropelos, sonhos, fantasias, esperas, embarques e desembarques. Sabemos que esse trem jamais volta. Façamos, então, essa viagem, da melhor maneira possível, tentando manter um bom relacionamento com todos os passageiros, procurando em cada um deles o que tem de melhor, lembrando sempre que, em algum momento do trajeto, poderão fraquejar e, provavelmente, precisaremos entender isso.

Nós mesmos fraquejamos algumas vezes. E, certamente, alguém nos entenderá. O grande mistério, afinal, é que não sabemos em qual parada desceremos.

E fico pensando: quando eu descer desse trem sentirei saudades? Sim. Deixar meu filho viajando nele sozinho será muito triste. Separar-me de alguns amigos que nele fiz, do amor da minha vida, será para mim dolorido. Mas me agarro na esperança de que, em algum momento, estarei na estação principal, e terei a emoção de vê-los chegar com sua bagagem, que não tinham quando desembarcaram.

E o que me deixará feliz é saber que, de alguma forma, posso ter colaborado para que ela tenha crescido e se tornado valiosa.Agora, nesse momento, o trem diminui sua velocidade para que embarquem e desembarquem pessoas. Minha expectativa aumenta, à medida que o trem vai diminuindo sua velocidade... Quem entrará? Quem saíra?

Eu gostaria que você pensasse no desembarque do trem, não só como a representação da morte, mas, também, como o término de uma história, de algo que duas ou mais pessoas construíram e que, por um motivo íntimo, deixaram desmoronar.

Fico feliz em perceber que certas pessoas, como nós, têm a capacidade de reconstruir para recomeçar. Isso é sinal de garra e de luta, é saber viver, é tirar o melhor de "todos os passageiros". Agradeço a Deus por você fazer parte da minha viagem, e por mais que nossos assentos não estejam lado a lado, com certeza, o vagão é o mesmo."

sábado, 10 de setembro de 2016

A Cetra

Outra historinha real acontecida comigo, acho, se a memória não tiver me enganado. A Cetra. Conhecida pelos alemães de Joinville como chiloida. No Brasil ela é mais conhecida popularmente como estilingue. Essa atiradeira é responsável por meus amigos e eu termos nos metido numa enrascada, com quebra de gaiola, fuga e com risco enorme de apanharmos. 


A Cetra


Eu estava assistindo desenho quando, através da janela, vi o Márcio se deslocando para o fundo do quintal com uma sacola plástica na mão. Imediatamente desliguei a tevê e fui atrás dele. A curiosidade me levou a observá-lo meio de longe. Ele começou a construir uma cetra. Finalizando o projeto, ele passou a manuseá-la, testá-la, atirar pedras num alvo como esporte. 

Eu sabia que o Márcio não me deixaria brincar com a cetra se eu pedisse. Ia dizer que iria estragá-la. Porém eu era uma criança paciente e, às vezes, esperta. Uma hora ele largaria a cetra e a guardaria num lugar muito fácil de ser encontrada. Aí seria o momento de me divertir que nem ele. 

No dia seguinte, pela manhã, procurei pela cetra do meu irmão. Achei dentro de um armário velho, fora de casa. Nisto, ouvi o meu nome sendo dito e gelei. Não era o Márcio me chamando atenção e me dizendo para tirar as mãos da cetra, e sim dois dos meus  amigos. Que alívio! Berrei para que eles viessem ao meu encontro aqui atrás. 

Ne e Vinho eram irmãos. O Ne era três anos mais velho do que o Vinho. Diferente do Márcio e eu, eles se davam bem. O Ne era uma criança valente e corajosa, não tinha temor em subir em árvores. O Vinho era uma pessoa mais calma, mais amiga. 

Eu os apresentei a cetra. Eles ficaram com vontade de experimentá-la. Mas achei prudente não brincarmos com ela ali em casa, o Márcio podia nos ver e acabar com o nosso divertimento. Fomos a um matagal. Demos tiros dispersos, miramos em galhos, flores e latas. A cetra era passada de mão toda vez que a pedra atingia ou passava perto do alvo pretendido. 

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Um Poeta Apaixonado


"Certa vez um homem se apaixonou pela Lua
Ele passou noites inteiras contemplando sua beleza
O brilho que vinha do luar deixava o homem ainda mais apaixonado
Passou noites perdido nas praias, deitado na areia e admirando o céu
Admirando a valsa das estrelas, que dançavam em volta da lua
Enquanto a luz refletia nas águas o homem pegou um pedaço velho de papel e com um simples pedaço de lápis começou a falar de amor para sua amada lua, então ele dizia...

Lua linda que brilhas no céu
agora entendo porque dizem que você é de mel
Como é linda, seu brilho e sua clareza
Ainda que ande milhões de planetas
Não encontrarei tanta beleza

Lua linda que ilumina minha noite escura
perdoe minha loucura
Estou doente de amor
E ainda não encontrei a cura

Lua linda um dia vou para perto de ti
Te olhar a noite no céu me faz querer voar
Me faz querer te seguir
Continue a brilhar dai
que daqui estarei a sorrir..."

Um Poeta Apaixonado

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Parábola dos Dois Copos de Neve


A neve caía. Tudo em volta estava tranquilo, e os flocos de neve caíam desenhando círculos numa dança caprichosa, acercando-se lentamente à terra.

Dois flocos de neve que voavam perto um do outro começaram a conversar, e para que o vento não os afastasse, agarraram-se as mãos e um deles exclamou:

— Que fantástica a sensação de voar!

— Não estamos voando, só caindo — disse o outro triste.

— Logo nos encontraremos com a terra e nos converteremos numa linda cobertura branca para ela.

— Não, vamos nos encontrar com a morte: quando cairmos a terra vai nos pisotear.

— Vamos nos converter em pequenos rios e no final iremos ao mar. Seremos eternos, disse o primeiro.

— Não, vamos derreter e desaparecer para sempre — objetou o segundo.

No final cansaram de discutir.

Soltaram-se das mãos, e cada um deles voou de encontro ao destino que escolheu.

terça-feira, 2 de agosto de 2016

A História da Rainha Sherazade


Num distante País vivia um homem bonito e honrado, esse rei, de nome Shariar, já havia sido muito feliz, sem saber que sua esposa guardava um terrível segredo: apesar de fingir que o amava, ela na verdade estava apaixonada pelo servo mais indigno da corte.

Um dia Shariar casualmente a surpreendeu num canto escuro do palácio nos braços do amante. Transtornado pela dor e pelo espanto, o soberano soltou um grito medonho e sacou da espada para cortar a cabeça da mulher infiel e do servo desleal.

Pouco tempo mais tarde um cavalo parou na frente do palácio, e o irmão do rei, Shazaman, entrou para visitá-lo. 

- Mas é inacreditável!” Shazaman exclamou. “ Pois pouco antes de partir a mesma coisa aconteceu comigo! Encontrei minha esposa beijando um de meus servos e, como você, também puxei a espada e cortei a cabeça dos pérfidos.

Dias depois Shazaman voltou para seu reino, e Shariar ficou postado junto à fonte, contemplando as águas límpidas com um olhar pensativo. Por fim fez um juramento terrível: 

- Amanhã à noite vou me casar de novo, mas não permitirei que minha mulher desfrute os privilégios de rainha. Pois, quando o dia clarear, mandarei executá-la. Na noite seguinte tomarei outra esposa e ao amanhecer ordenarei que a eliminem. E assim hei de fazer sucessivamente até que não sobre neste reino uma única representante do género feminino
.
Dito e feito. Toda a noite ele escolhia uma nova esposa e toda manhã mandava a infeliz para a morte. Seus súbditos viviam apavorados, temendo perder filhas, irmãs, netas. Muitos fugiram para outros reinos, e por fim restou nos domínios de Shariar uma só noiva disponível. Tratava-se de Sherazade, jovem de alta estirpe, filha do primeiro-ministro do soberano. O pobre homem se encheu de pavor e tristeza ao saber que ela estava condenada à morte. Sherazade, no entanto, não se desesperou. Era mais sábia e esperta que todas as suas predecessoras, e junto com a irmã caçula elaborou um plano meticuloso.

sábado, 30 de julho de 2016

A lenda de Narciso

Há muito tempo, na floresta passeava Narciso, o filho do sagrado rio Kiphissos. Era lindo, porém, tinha um modo frio e egoísta de ser, era muito convencido de sua beleza e sabia que não havia no mundo ninguém mais bonito que ele.

Vaidoso, a todos dizia que seu coração jamais seria ferido pelas flechas de Eros, filho de Afrodite, pois não se apaixonava por ninguém.

As coisas foram assim até o dia em que a ninfa Eco o viu e imediatamente se apaixonou por ele.
Ela era linda, mas não falava, o máximo que conseguia era repetir as ultimas sílabas das palavras que ouvia.

Narciso, fingindo-se desentendido, perguntou:

— Quem está se escondendo aqui perto de mim?

— … de mim — repetiu a ninfa assustada.

— Vamos, apareça! — ordenou — Quero ver você!

— … ver você! — repetiu a mesma voz em tom alegre.

Assim, Eco aproximou-se do rapaz. Mas nem a beleza e nem o misterioso brilho nos olhos da ninfa conseguiram amolecer o coração de Narciso.

— Dê o fora! — gritou, de repente — Por acaso pensa que eu nasci para ser um da sua espécie? Sua tola!

— Tola! — repetiu Eco, fugindo de vergonha.

A deusa do amor não poderia deixar Narciso impune depois de fazer uma coisa daquelas. Resolveu, pois, que ele deveria ser castigado pelo mal que havia feito.

Um dia, quando estava passeando pela floresta, Narciso sentiu sede e quis tomar água. Ao debruçar-se num lago, viu seu próprio rosto refletido na água. Foi naquele momento que Eros atirou uma flecha direto em seu coração.

Sem saber que o reflexo era de seu próprio rosto, Narciso imediatamente se apaixonou pela imagem. Quando se abaixou para beijá-la, seus lábios se encostaram na água e a imagem se desfez. A cada nova tentativa, Narciso ia ficando cada vez mais desapontado e recusando-se a sair de perto da lagoa. Passou dias e dias sem comer nem beber, ficando cada vez mais fraco.

Assim, acabou morrendo ali mesmo, com o rosto pálido voltado para as águas serenas do lago.

Esse foi o castigo do belo Narciso, cujo destino foi amar a si próprio.

Eco ficou chorando ao lado do corpo dele, até que a noite a envolveu. Ao despertar, Eco viu que Narciso não estava mais ali, mas em seu lugar havia uma bela flor perfumada. Hoje, ela é conhecida pelo nome de “narciso”, a flor da noite.

Mitologia Grega

quarta-feira, 13 de julho de 2016

Filmes da Disney e Suas Frases Profundas.

Muitos de nós cresceu vendo filmes da Disney. Eles têm um lugar especial em nossos corações não só por causa das histórias tocantes e comoventes, mas também porque eles nos ensinaram as lições mais importantes da vida: a seguir os nossos sonhos, enfrentar os nossos medos, se lembrar de onde viemos, amar nossa família, e acreditar em nós mesmos.

Abaixo algumas citações dos filmes Disney que provam que esses filmes são muito mais profundos do que nos lembrávamos.

Cinderela


  • Não importa como seu coração está aflito, se você continuar acreditando, o sonho que você deseja vai se realizar.

  • O sonho é um desejo da alma.

  • Até mesmo milagres podem demorar um pouco...

O rei Leão


  • Olhe as estrelas. Os grandes reis do passado olham pra nós lá das estrelas. E sempre que se sentir sozinho, procure lembrar que aqueles reis sempre estarão lá para guiá-lo. E eu também estarei.”

  • Lembre-se sempre quem você é.

  • Estamos todos conectados no grande círculo da vida.

  • Para conseguir o que quer, você deve olhar além do que você vê

  • Repita comigo: Hakuna Matata. Essas duas palavras vai resolver todos os seus problemas.

  • Ah sim, o passado pode doer. Mas do jeito que eu vejo, você pode fugir dele, ou... aprender com ele.

Pocahontas


  • Tudo ao seu redor são espíritos, criança. Eles vivem na terra, na água, no céu. Se você ouvir, eles vão orientá-lo.

  • Preferiria morrer amanhã do que viver cem anos sem te encontrar.

  • Se você acompanhar os passos de um estranho vai aprender coisas que jamais imaginou

  • Ouça com o coração e você vai entender.

  • Às vezes o caminho certo não é o mais fácil.

sábado, 25 de junho de 2016

10 Conselhos Incríveis de Clarice Lispector

De origem judia, nascida na Ucrânia, Clarice Lispector é reconhecida como uma das mais importantes escritoras do século XX, Estreou na literatura ainda muito jovem com o romance "Perto do Coração Selvagem, Entre suas obras mais importantes estão a reunião de contos em "A Legião Estrangeira" (1964), "Laços de Família" (1972), os romances "A Paixão Segundo G.H. (1964) e "A Hora da Estrela" (1977). 

Procurando frases dela, encontrei 10 sensacionais conselhos que ela escreveu. Talvez ela não os escreveu com esse propósito. Talvez algumas dessas frases foram tirados dos seus livros e vinda de seus personagens. Sinceramente, eu não sei em que momento da vida ela escreveu essas frases. Só sei que são boas, que vale a pena perder alguns segundos da vida lendo Clarice. É sempre gostoso e atinge em cheio a nossa alma.


"Até cortar os próprios defeitos pode ser perigoso. Nunca se sabe qual é o defeito que sustenta nosso edifício inteiro."

"Renda-se, como eu me rendi. Mergulhe no que você não conhece como eu mergulhei. Não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento."

"Sim, minha força está na solidão. Não tenho medo nem de chuvas tempestivas nem das grandes ventanias soltas, pois eu também sou o escuro da noite."

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Descubra 10 razões pelas quais a leitura pode melhorar a sua vida

Ouvimos o tempo todo que a leitura pode fazer maravilhas para as nossas capacidades mentais, nosso humor e nossos sentimentos. Então, é verdade?

Pesquisas comprovam que a leitura realmente é uma atividade muito útil. Veja e descubra por que pegar um livro é, provavelmente, a melhor decisão que você pode fazer hoje.


1. Leitura alivia o stress.


Como você  gasta o tempo quando está estressado? Ouve música ou talvez faça uma caminhada? Pesquisadores da Universidade de Sussex asseguram que você deve tentar ler. Uma pesquisa mostrou que a leitura é a maneira mais eficaz de superar o estresse em comparação com a música, caminhada, beber uma xícara de café, etc. Leva apenas seis minutos para reduzir seus níveis de estresse em mais de dois terços.


2. Leitura ajuda a se livrar da insônia.


Foi provada que a leitura é uma das formas mais eficazes para se acalmar e se preparar para uma boa noite de sono. As luzes brilhantes provenientes de seu telefone e das telas de TV enviam sinais ao cérebro dizendo que é hora de acordar. Já fazendo a leitura do seu livro favorito, sob uma luz fraca, tem o efeito oposto - seu cérebro percebe que é hora de descansar um pouco.


3. Leitura nos torna pessoas mais empáticas.


Quando você está lendo um livro, especialmente ficção, você se sente emocionalmente transportado para a história e de alguma forma sente um vínculo emocional com os personagens? Experimentos mostram que as pessoas que leem ficção e que se sentem emocionalmente ligadas com a história tem uma forte empatia na vida real.

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